sábado, 9 de abril de 2011

ENGATINHAR TORNA BEBÊ MAIS CUIDADOSO COM ALTURA!

ENGATINHAR TORNA BEBÊ MAIS CUIDADOSO COM ALTURA!
30 de março de 2011

CONTRIBUIÇÃO DO NOSSO SEGUIDOR ROBSON...OBRIGADA, AS MAMÃES E PAPAIS AGRADECEM PELA PARTILHA DE CONHECIMENTOS...

Engatinhar torna bebê cuidadoso com altura
A cada fase a criança reavalia as próprias limitações e seu cérebro se reorganiza em busca de segurança

© jeff cadge/ photographer’s choice/getty images

Alguns animais, como as cabras, já nascem sabendo quais são os locais seguros para escalar. Já os humanos precisam praticar os primeiros passos, aventurando-se por aí. Adquirir habilidade de movimentar-se com precisão requer que a criança atinja maturação neurológica e treine os movimentos. Um estudo recente realizado pela professora de psicologia Karen Adolph, da Universidade de Nova York, mostrou que a cada nova fase do desenvolvimento motor os bebês têm de reaprender a se manter seguros. Para testar como os pequenos avaliam os riscos, a pesquisadora colocou crianças de 12 a 18 meses entre rampas de madeira com diferentes alturas. As mães estavam presentes durante a experiência, incentivando os filhos a se locomover. Em geral, os que vinham engatinhando havia meses e os que já andavam não subiram em obstáculos muito altos. Mas vários bebês que estavam aprendendo a caminhar marcharam resolutos sobre os objetos – correndo o risco de quedas de até 90 cm. “Acreditamos que isso signifique que os que engatinham aprendem a ter medo de altura. Eles sabem o que seus corpos nessas condições podem fazer. Quando o estilo de locomoção muda, precisam praticar para ‘recalibrar’ a percepção de sua capacidade”, observa Karen. Quando adultas, as pessoas se ajustam a limitações motoras em diversas situações como ao transferir o peso do corpo para aliviar um pé dolorido ou tomar mais cuidado quando há gelo no chão, por exemplo. De acordo com o estudo, essas adaptações são desenvolvidas na infância, quando experimentamos os limites físicos e a possibilidade de cometer erros.
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/engatinhar_torna_bebe_cuidadoso_com_altura.html

terça-feira, 5 de abril de 2011

AMAMENTAR DIMINUI A DOR DO BEBÊ



Amamentar diminui a dor do bebê


"Os benefícios do leite materno parecem não parar de aumentar.

Agora mais um estudo vem comprovar o poder da amamentação: enquanto está a ser vacinado se o bebé estiver a mamar sente menos a dor da injecção. O estudo, feito em bebés até um ano de idade, foi levado a cabo na Jordânia por investigadores da Universidade de Philadelphia.

Os bebés que participaram neste estudo foram divididos em dois grupos de 60 crianças cada. Num dos grupos os bebés foram vacinados ao colo das mães, em contacto corporal, enquanto mamavam. No outro grupo as crianças foram vacinadas sem qualquer intervenção.

Os investigadores observaram que a duração do choro foi menor no grupo em que os bebés foram vacinados enquanto mamavam e tiveram o carinho da mãe, em relação ao grupo em que os bebés foram vacinados sem nenhuma intervenção das mães. "


Fonte:Revista Pais & Filhos
Link:http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1668&Itemid=62

http://planeamento-gravidez.blogspot.com/

sábado, 26 de março de 2011

COMO O LEITE MATERNO É PRODUZIDO

http://oglobo.globo.com/servicos/pop_infografico.asp?p=/saude/vivermelhor/info/amamentacao/amamentacao.swf&l=620&a=500

Contador de nascimentos de bebês

Sons externos já são ouvidos pelo feto entre a 16ª a 20ª semana de gestação

Sons externos já são ouvidos pelo feto entre a 16ª a 20ª semana de gestação. A audição é o primeiro dos sentidos a se desenvolver no ciclo vital, então, nesse período, seu bebê já vai ouvir vozes e músicas; e a partir da 35ª semana, o bebê pode se assustar e esboçar reação quando ouvir barulhos muito altos.

Segundo Maria Elena Galicchio, membro da Federação Mundial de Musicoterapia, pesquisas constatam, que o aprendizado inicia-se no período pré-natal e que os sons e ritmos ouvidos, ainda no útero materno, podem conter importantes informações para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

"A música, através de seus elementos , gera energia criativa e ao usar a música durante a gestação, a mãe passa para o feto, sons com informações ricas em conteúdo emocional", informa Maria Elena Galicchio, acrescentando ainda, que esse processo comunicativo comtribui para o bem-estar do bebê, e posteriormente, no desenvolvimento físico, nas características de comportamento e nível de inteligência da criança.

Um estudo realizado em Taiwan, uma República a China, indicou que as gestantes que escutaram trinta minutos de música todos os dias durante duas semanas reduziram, e muito, os sintomas de depressão, estresse e ansiedade em comparação às gestantes que somente fizeram o pré-natal sem a intervenção da música.

O estudo selecionou diferentes tipos de músicas às mamães grávidas: música clássica, sons da natureza, canções infantis chinesas e canções de ninar. Todas elas surtiram efeito altamente positivo, aumentando também a atividade cerebral do bebê e fortalecendo o vínculo com a mãe.

Isso não significa que as mamães brasileiras tenham que começar a escutar música chinesa. Ainda bem! As mamães devem escutar música que as deixe bem, harmonizando o contato com o bebê e que a "desligue" por instantes do mundo.

Faça um teste: repita músicas gostosas de ouvir. Quando o bebê nascer, volte a cantarolar as mesmas canções da fase de gravidez. Seu filho vai ter a sensação de que já ouviu esse som “de algum lugar”. O semblante no rosto pode deixar nítida essa impressão.


Dicas

A música deve agradar a mamãe. Não adianta colocar uma música clássica só porque dizem que é bom. Se a gestante não gosta, não será prazeroso nem benéfico. Pode-se aprender a gostar de estilos musicais diferentes.

Não precisa aumentar demais o som da música achando que o bebê não escutará lá dentro da barriga. O líquido amniótico é um bom condutor de som.

O bebê se sente realmente mais tranquilo quando escuta o som da voz da mamãe que é a primeira a ser reconhecida. Por isso, cante e converse muito com o pequeno dentro da sua barriga e fora também.



Fontes: http://bebe2000.com.br/gestacao/saude/musicoterapia/
e
http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/musica_na_gestacao.htm

A CANÇÃO DOS HOMENS II

Existe uma tribo na África onde a data de nascimento da criança não é contada nem a partir do dia em que ela nasceu nem a partir da concepção, porém a partir do dia em que a mãe pensou pela primeira vez na criança.

Assim, quando a mãe decide ter a criança, ela deixa a aldeia onde mora e vai sentar-se sozinha sob uma árvore. Ali ela permanece até que consiga ouvir a música da criança que deseja conceber.

Depois disso, retorna à aldeia e ensina a canção ao pai. Enquanto fazem amor para conceber a criança, eles cantam a sua canção como um convite para que se junte a eles.

Quando a mãe está grávida, ela ensina a canção da criança para as parteiras e anciãs da aldeia para que, durante o parto e no momento do nascimento, o bebê seja saudado com a sua canção.

Depois do nascimento, todos os moradores da aldeia aprendem a música e, à medida em que a criança cresce, eles a cantam quando ela cai ou se machuca.

A música é cantada também em situações de triunfo, em rituais ou iniciações. Essa canção torna-se parte da cerimônia de casamento quando a criança cresce.

E, no final da sua vida, os entes queridos se reúnem em volta do seu leito de morte e a entoam enquanto sua alma deixa o corpo, gradativamente. (PROPHET, 2001)